quinta-feira, 10 de novembro de 2011

EXTINTORES DE INCÊNDIOS


COMO USAR O EXTINTOR PORTÁTIL

1º - Retire a  trava de segurança;
2º - Aperte a alavanca;
3º - Dirija o jato para a base das chamas.

DEVEM OBEDECER OS SEGUINTES CRITÉRIOS EM SUA INSTALAÇÃO:

1º - Bem visíveis;
2º - Fácil acesso;
3º - Altura de 0,20 a 1,60 metros;
4º - Nunca em paredes de escadas;
5º - Claramente sinalizados;
6º - Cobrir todas as classes;
7º - Funcionamento perfeito permanentemente.

É IMPRESCINDÍVEL QUE SEJA OBSERVADO O SEGUINTE:

- Que os responsáveis pela segurança e atendimento dos prédios, tenham conhecimento do manuseio e emprego dos extintores;
- Que os extintores possuam o selo de conformidade do INMETRO (recarregados), ou da ABNT (novos);
- Que os extintores passem por uma revisão mensal (encarregado do prédio), recarga anual (empresa de recarga cadastrada no INMETRO) e reteste (empresa especializada), a cada cinco anos.

EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADA

       Extintor de Água Pressurizada – AP

                O extintor de água pressurizada tem no seu interior, além do agente extintor (água), a pressão para seu funcionamento, obtida através da utilização de nitrogênio (N2).   Um manômetro instalado em sua parte superior, junto à válvula, indica a pressão existente no interior do aparelho. É utilizado para extinção de incêndios de classe "A", no entanto, deve-se ter o cuidado para não utilizá-lo em equipamentos elétricos energizados, pois poderá provocar descarga elétrica (choque) no operador do extintor.        O extintor de água pressurizada possui capacidade de 10 litros.

2_03EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADA

       Capacidade: 10 litros
       Unidade extintora: 10 litros
       Aplicação: Incêndios de Classe A
       Alcance médio do jato: 10 metros
       Tempo de descarga: 60 segundos
       Métodos de Extinção: Resfriamento
       Procedimentos na operação:

                1. Empunhar o extintor pala alça de transporte ao lado do corpo e transporte até próximo ao sinistro;
                2. Romper o lacre e puxar o pino de segurança;
                3. Empunhar a mangueira e acionar o gatilho;
                4. Dirigir o jato para a base das chamas.


EXTINTOR DE ESPUMA MECÂNICA

       Extintor de Espuma Mecânica Pressurizada – EMP

                Para formar a espuma mecânica são necessários a água, o ar atmosférico e o extrato formador de espuma (preferencialmente de origem sintética) que, ao se agregarem, formam um filme (uma espuma de alta expansão), constituindo um dos mais eficazes agentes extintores.
                Este extintor age, na classe A, pelo método de resfriamento e, na classe B, por abafamento. É importante ressaltar que pode ser normalmente utilizado em produtos como álcool, éter, acetona  e diferentes tipos de líquidos inflamáveis, além de outros hidrocarbonetos e seus derivados.
É fabricado em duas versões:
       pressurização permanente (normalmente através de nitrogênio);
       pressurização injetada, com cilindro lateral de dióxido de carbono (CO2).
                No modelo de pressurização direta, há um manômetro instalado em sua parte superior, junto à válvula de descarga, que indica a pressão existente no interior do aparelho.
                O manuseio deste tipo de extintor, seja o de pressurização permanente, seja o de pressurização injetada, assemelha-se a todos os outros com as mesmas características.
Para que este tipo de extintor funcione adequadamente, é necessário observar os seguintes cuidados básicos:
                    
  a) semanalmente, verificar o acesso ao extintor, a carga e se o selo de lacração do cilindro de gás esta em ordem;

                      b) anualmente, realizar a recarga, com empresa especializada e de confiança;

                      c) a cada 5 anos, submeter o extintor a teste hidrostático, conforme norma NBR 13485 da ABNT.

2_16EXTINTOR DE ESPUMA MECÂNICA

       Capacidade: 09 litros (mistura de água e LGE)
       Unidade extintora: 09 litros
       Aplicação: incêndios de Classe A e B
       Alcance médio do jato: 05 metros
       Tempo de descarga: 60 segundos
       Métodos de Extinção: Abafamento e Resfriamento
       Procedimentos na operação:  
 
1. Empunhar o extintor pala alça de transporte ao lado do corpo e transporte até próximo ao sinistro;
2. Romper o lacre e puxar o pino de segurança;
3. Empunhar o gatilho e o esguicho;
4. Lançar a espuma contra um anteparo.





EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO  PRESSÃO DIRETA

       Extintor com carga de pó – pressurização direta – PQSP

                Corresponde ao extintor de incêndio que contém no interior do recipiente para o pó o agente extintor permanentemente pressurizado por nitrogênio, que é o agente expelente. Próximo à válvula tipo gatilho, existe um manômetro para controle da pressão necessária ao funcionamento do aparelho.
                A principal ação do pó é fazer sobre a superfície em chama, uma nuvem capaz de provocar o efeito de abafamento.                 Além desta ação, o pó cai sobre a superfície incendiada e durante sua queima, há produção de CO2 e vapor d'água que auxiliam na extinção de fogo, como efeitos secundários.
A semelhança do que foi exposto para os extintores com carga de pó, pressurização indireta, são empregados diferentes tipos de pó, aplicáveis a diferentes classes de incêndio.
                Assim, novamente devemos enfatizar que existem diversos tipos de pó, a saber: a base de bicarbonato de sódio (o mais comum, utilizável para classes B e C), ou a base de bicarbonato de potássio ou cloreto de potássio tratados com um estearato, a fim de torná-los anti-higroscópicos e de fácil descarga (também para uso nas classes B e C), outro, a base de monofosfato de amônia (para uso nas classes A, B e C - Polivalente), e ainda os pós específicos para classe D.

2_30EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO  PRESSÃO DIRETA

       Capacidade: 1, 2, 4, 6, 8, 12 Kg                                 
       Unidade extintora:  04 kg
       Aplicação: incêndios de Classe B, C e D (PQS Especial)
       Alcance médio do jato: 05 metros
       Tempo de descarga: 15 segundos para 4 Kg, 25 segundos para 12 Kg
       Métodos de Extinção: Abafamento

       Procedimentos na operação:

1. Empunhar o extintor pala alça de transporte ao lado do corpo e transporte até próximo ao sinistro;
2. Romper o lacre e puxar o pino de segurança;
3. Empunhar a mangueira e acionar o gatilho;
4. Dirigir o jato para as chamas das chamas com movimentos laterais para a esquerda e direita, formando uma nuvem sobre o que está queimando.


EXTINTOR GÁS CARBÔNICO

Este aparelho é constituído basicamente de um cilindro de aço, uma válvula de descarga, uma mangueira especial para alta pressão, um difusor de formato apropriado, além de outras singularidades.
A válvula é montada em sua parte superior, compreendendo um dispositivo para abrir e fechar em forma de gatilho (ação rápida). O difusor deve ser de material não condutor de eletricidade. Em aparelhos pequenos, até dois quilogramas, o difusor é montado diretamente na saída da válvula.
Nos aparelhos com capacidade a partir de 4kg, o difusor é montado juntamente com o punho, na extremidade de uma mangueira, que deverá ser dotada de trama de aço.
O jato dos extintores de CO2, tem alcance médio de 0,50m a 1,00m, conforme o tamanho do aparelho, considerando-se este um valor prático, porém não é aplicável a realização de ensaio para verificação do alcance de jato para este tipo de extintor de incêndio.
Constitui um aparelho a ser empregado, preferencialmente, no combate a princípios de incêndio em equipamentos elétricos (classe C) por ser um agente extintor que não deixa resíduos, mas que também poderá ser utilizado em incêndios em líquidos inflamáveis (classe B), desde que em locais confinados.
Os extintores de gás carbônico não apresentam boa eficiência em áreas abertas.

EXTINTOR GÁS CARBÔNICO

       Capacidade: 2, 4  e 6 Kg
       Unidade extintora: 6 Kg
       Aplicação: incêndios de Classe B e C
       Alcance médio do jato: 2,5 metros
       Tempo de descarga: 25 segundos
       Métodos de Extinção: Abafamento e Resfriamento (superficial)

       Procedimentos na operação:

1. Empunhar o extintor pala alça de transporte, ao lado do corpo, e transporte até próximo ao sinistro;
2. Romper o lacre e puxar o pino de segurança;
3. Empunhar a mangueira pelo punho de proteção;
4. Dirigir o jato para as chamas movimentando o difusor para a direita e para a esquerda.





MANGUEIRAS DE INCÊNDIO


Definição de Mangueira de Incêndio

É um equipamento para o combate a incêndio que faz parte dos materiais de estabelecimento, constituído essencialmente por dutos flexíveis utilizados para transportar água sob pressão, até o local onde deva ser utilizada, possuindo em suas extremidades juntas de união para as conexões.

Histórico das Mangueiras de incêndio

O ano preciso de uso das primeiras mangueiras não é conhecido, mas com certeza surgiu muitos séculos depois dos primeiros Bombeiros, os chineses e os romanos. Sua aplicação foi fruto da necessidade de transportar água para o local do incêndio, operação que até então era feita manualmente por meio de odres (sacos de couro para transportar líquidos). No período colonial, os profissionais tinham que se esforçar com mangueiras de couro para o transporte da água até o sinistro. O equipamento era produzido com pedaços desse material curtido e costurados com grampos de latão, sendo duras e extremamente pesadas quando úmidas, de difícil acoplamento e, com clima frio, era tão complicado manuseá-las, quanto um cano de ferro.
As primeiras mangueiras de tecido foram fabricadas na Inglaterra, em 1811, com o surgimento dos teares circulares, sendo produzidas e comercializadas pela empresa Salford. Eram tecidas em fibras naturais como algodão, linho, juta e cânhamo e não possuíam revestimento interno. A impermeabilização deste agente era obtida pelo inchamento das fibras, que aumentavam de volume ao serem molhadas, apresentando problemas de vazamento, além de serem constantemente atacadas por fungos, levando ao apodrecimento do tecido, apesar de todo o cuidado e dos longos períodos de secagem.
Já em 1868, J. B. Forsyth patenteou um processo, no qual era introduzido um tubo de borracha dentro da mangueira de tecido, encaixado pela ação do vapor em alta temperatura. Este sistema, hoje conhecido por vulcanização, só veio a ser utilizado com sucesso quase um século depois, com o desenvolvimento de novos tipos de borracha e de produtos químicos que aumentaram a sua durabilidade. Nos anos 60, as fibras sintéticas começaram gradativamente a substituir as naturais, trazendo inúmeras vantagens.

Classificação Quanto ao diâmetro (Ø)

As mangueiras utilizadas para os serviços de extinção de incêndios, pelos Corpos de Bombeiros, possuem diâmetros internos de 38 mm, 63 mm, 75 mm e 100 mm.
       As mangueiras de 38 mm (1 ½” – uma e meia polegadas), são normalmente utilizadas nas linhas de ataque, ou para linhas diretas, fazendo-se uso de reduções.
       As mangueiras de 63 mm (2 ½” – duas e meia polegadas), são normalmente utilizadas nas linhas de ligação, ou para linhas diretas.
       As mangueiras de 75 mm ( 3” – três polegadas), são normalmente utilizadas nas linhas de ligação das embarcações dos Corpos de Bombeiros.
       As mangueiras de 100 mm ( 4” – quatro polegadas), são normalmente utilizadas nas linhas adutoras para incêndios, ou para abastecimento direto dos hidrantes de coluna, quando se necessita um volume de água considerável.
*Obs.: Para os efeitos deste item consideramos:
          Linha de ataque é a disposição de mangueiras conectadas após o divisor (derivante) e antes do esguicho.
          Linha de ligação é a disposição de mangueiras conectadas entre a boca expulsora da Viatura (Vtr), moto-bomba ou hidrante e o divisor.
          Linha direta é a disposição de mangueiras conectadas entre a boca expulsora da Viatura (Vtr), moto-bomba ou hidrante e o esguicho.
          Linhas adutoras é a disposição de mangueiras conectadas entre a boca expulsora da Viatura (Vtr), moto-bomba ou hidrante e o divisor ou Vtr, devendo ser de diâmetro mínimo de 63 mm.
*Nota: Os diâmetros que a NBR 11861/98 trata, são nominais da ordem de 40 e 65 mm.

Quanto ao comprimento

  As mangueiras utilizadas pelos Corpos de Bombeiros, possuem lances de 15 metros de comprimento, conforme NBR 11861/98. Algumas mangueiras possuem 30 metros de comprimento, mas são mais utilizadas em áreas industriais. Existem mangueiras que por sofrerem muitos cortes, ficam com 10 m e até menos, sendo esta, chamada de suplemento.

Nomenclatura das mangueiras

As mangueiras dividem-se em:
1) Mangueira propriamente dita;
2) Juntas de união.
1) Mangueira propriamente dita: É constituída por um tubo flexível, condutor de água.
2) Juntas união: São conexões metálicas destinadas à realizar o engate rápido das mangueiras, entre si e com qualquer equipamento de material do estabelecimento. São constituídas em alumínio, bronze ou latão. As juntas são do tipo “STORZ”. Essas juntas de união fabricadas em alumínio, duro-alumínio, bronze ou latão, eliminam o problema das juntas diferentes, macho e fêmea, pois cada junta possui, ambos dispositivos e são mais rápidas e mais práticas, menos sensíveis a defeitos devido ao fato do mecanismo de engate ficar protegido de batidas pela carcaça.
Consta de uma parte principal de onde é montada a mangueira e de um anel móvel preso à peça anterior por um anel de arame de aço. O anel móvel possui dois ressaltos internos em forma de unhas, que são reentrâncias onde se alojam os ressaltos da outra junta. Possuem ainda um alojamento adequado, existente na sua frente, uma arruela de borracha de forma prismática, destinada a dar pressão e vedação simultaneamente, chamada gaxeta. Para unir as duas juntas desse tipo, basta encaixar-se as duas nas reentrâncias e girar no sentido dos anéis. Os alojamentos das unhas são em forma de rampa, o que força as gaxetas a se aproximarem, dando a vedação perfeita.

Inspeção, manutenção e cuidado em mangueiras de incêndio

Inspeção: Exame periódico que se efetua na mangueira de incêndio com a finalidade de determinar se esta está apta para uso.

Manutenção: Serviço efetuado na mangueira de incêndio, após sua utilização ou quando requerido por uma inspeção, com a finalidade de mantê-la apta para o uso.

Mangueira em uso: Designação dada à mangueira quando devidamente instalada em local previamente definido, estando esta, em condições de prontidão para combate a incêndios.

Inspeção e Manutenção

1)      Toda mangueira deverá ser inspecionada e ensaiada hidrostaticamente, antes de ser colocada em uso.
2) Toda mangueira quando em uso, deve ser inspecionada e ensaiada hidrostaticamente a cada doze meses respectivamente. Recomenda-se maior freqüência para mangueiras que estejam expostas a condições agressivas tais como, ambientes quentes, úmido e/ou instaladas em locais onde o piso seja abrasivo e/ou impregnado de produtos químicos e derivados de petróleo.
3) O usuário deve identificar individualmente as mangueiras sob sua responsabilidade e manter registro histórico de sua vida útil, em fichas ou outros meios que possibilitem controle das datas de inspeção e manutenção, bem como registro de outras ocorrências. Recomenda-se o uso de uma ficha de controle com conteúdo mínimo.
4) A mangueira após manutenção que obrigue redução no seu comprimento, somente deve retornar para uso, caso a redução seja de no máximo, 2% de seu comprimento nominal.

Cuidados

As recomendações a seguir, objetivam a preservação da mangueira durante o uso, devendo o usuário sempre que possível, evitar as seguintes situações:
  1. passar a mangueira sobre cercas, muros ásperos, cantos vivos e pontiagudos;
  2. manobras violentas de derivantes, ou fechamento abrupto de esguichos e registros (estrangulamento);
  3. contato direto com fogo, brasas e superfícies quentes;
  4. arraste da mangueira e uniões sobre o piso;
  5. queda de uniões;
  6. contato da mangueira com produtos químicos e derivados de petróleo, salvo recomendações específicas do fabricante;
  7. guardar mangueira quando molhada;
permanecer com a mangueira conectada no hidrante.

Falhas durante o uso

Por tratar-se de equipamento que não pode apresentar falhas durante o uso, caso  ocorra as seguintes situações, a mangueira deverá ser levada para manutenção:
  1. Desgaste por abrasão e/ ou fios rompidos na carcaça têxtil, principalmente na região do vinco;
  2. Desgaste por abrasão no revestimento externo, caso a mangueira seja do tipo 4 ou 5;
  3. Presença de manchas e/ou resíduos na superfície externa, provenientes de contato com produtos químicos ou derivados de petróleo;
  4. Desprendimento do revestimento interno e/ou externo;
  5. Evidência de deslizamento das uniões em relação à mangueira;
  6. Dificuldade para o acoplamento dos engates das uniões;
  7. Deformação nas uniões, provenientes de quedas, golpes ou arrastes;
  8. Ausência de vedação na borracha de vedação das uniões (gaxetas) ou borracha de vedação apresentando ressecamento, fendilhamento ou corte.
Limpeza

-          Todo resíduo, mofo ou mancha deve ser removido quando possível, da superfície externa da mangueira;
-          Quando necessária apenas uma limpeza a seco, deve-se utilizar uma escova com cerdas não metálicas, longas e macias e o escoamento deve ser executado cruzado, ou seja, no sentido da trama e do urdume;
- Para uma lavagem, deve-se utilizar água potável e se necessário, sabão neutro e escova.

Secagem

Salvo recomendação específica do fabricante, toda mangueira deve ser seca interna e externamente quando na condição de uso;
A secagem deve ser efetuada à sombra, estando a mangueira na vertical ou apoiada em plano inclinado a, no mínimo, 1º da horizontal, para isso deve-se utilizar torres adequadas;
Quando utilizado equipamento de secagem forçada (tipo estufa elétrica) que reduzem pela metade o tempo de secagem, recomenda-se que a temperatura não ultrapasse 50ºC.

Acondicionamento de mangueiras de incêndio

De acordo com o tipo de utilização, as mangueiras podem ser, à escolha do usuário, acondicionada nas formas abaixo descritas.
Forma “zig-zag” deitada: A mangueira em forma de zig-zag deitada, deve ser apoiada por um de seus vincos, sobre uma superfície não abrasiva. Nesta forma podem ser acoplados vários lances para formação de linha pronta.
Forma “zig-zag” em pé: Neste tipo de acondicionamento, a mangueira deve ser posicionada na vertical, sobre si própria.



Forma espiral: Consiste em enrolar o lance a partir de uma de suas extremidades sobre si mesmo, formando uma espiral. Esta forma só deve ser utilizada para armazenamento em estoque.


Forma aduchada: A mangueira em forma aduchada, consiste em enrolar o lance previamente dobrado contra si mesmo, formando uma espiral a partir da dobra, em direção às extremidades, podendo ser aduchada simples, ou dupla. Recomenda-se esta forma de acondicionamento nas caixas de hidrantes.



A mangueira em uso, ou apta para uso, deve ser armazenada em local ou compartimento seco, ventilado, protegida de incidência direta de raios solares e atmosferas agressivas, tais como vapores de derivados de petróleo, vapores ácidos e etc.
A mangueira deve ser enrolada para acondicionamento, com formação de novo vinco, ou seja, a posição anterior da dobra, deverá ser distensionada.